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Reanimação Cardio Pulmonar na Criança.

 

Ventilação Boca-a-Boca

 

Este procedimento de emergência pode manter um acriança viva no caso de parada respiratória e/ou parada cardíaca. Quando respiração para o corpo começa a ser privado de oxigênio o que pode causar danos sérios. Algumas células do cérebro começam a morrer dentro de quatro a seis minutos. A função de uma RCP é manter o sangue e oxigênio circulando pelo corpo, a fim de manter a troca de oxigênio e gás carbônico no cérebro e órgãos até que a vítima se recupere ou até a chegada de uma equipe de emergência.    

Além da respiração boca-a-boca, A RCP pode envolver outros procedimentos em circunstâncias especiais, como ministrar uma RCP a um paciente com danos na coluna espinhal.  

Se uma criança perder a consciência, não respirar e /ou perder o pulso, avalie a situação rapidamente, peça ajuda de emergência, e inicie uma RCP da maneira descrita abaixo de acordo com a idade da criança. 

 

 

Crianças menor de 1 ano

 

Abra a vias aéreas

 

1. Segure o bebê com firmeza no antebraço ou coloque-o em um local rígido com a barriga para cima.  

 

2. Abra as vias aéreas (passo 3) e verifique se há qualquer material estranho na boca. Se você puder ver o material estranho, use seu dedo indicador em forma de “gancho” superficialmente para removê-lo. Não passe seu dedo profundamente pela boca do bebê.  

 

 

 

3. Como uma das mãos, pressionar a testa do bebê, inclinando a cabeça para trás, cuidado para não hiperestender o pescoço, posicionas com os dedos da outra mão sob o queixo deslocando a mandíbula para cima. Manter a boca da vitima aberta.

 

 

  

4. Inspecione o pulso na artéria braquial. Verifique a respiração, pondo suas bochecha perto da boca da criança a fim de sentir a respiração juntamente atentando para o movimento do tórax. Se a criança não está respirando, inicie a respiração artificial (veja o passo Cinco). Se a criança não tiver nenhum pulso, inicie a RCP.

 

 

 

 

5. Com as vias aéreas aberta como descrito acima (passo 3). Com o polegar e o indicador da mão que está na testa, pinçar o nariz da vítima. Inspirar profundamente e adaptar os lábios na boca da vítima, vedando-a completamente. Fazer duas ventilações iniciais, com pausa entre as duas, como tempo de um e meio a dois segundo cada. O volume deve ser suficiente para expandir o tórax da criança em cada ventilação.

  

  

 

6. Se o ar não expande o tórax por obstrução de vias aéreas, reposicionar a cabeça do bebê (posição de cheirar) e tentar nova ventilação. Caso persista a obstrução, iniciar as manobras de desobstrução de vias aéreas.

 

 

Compressões Torácicas

 

Coloque a criança em decúbito dorsal (barriga para cima).

As crianças lactentes podem ser apoiadas no antebraço.

 

1-     Pressione o esterno utilizando dois dedos, posicionando –os abaixo do nível dos mamilos, a largura de um dedo.

 

 

 

2 – Comprimir de 1,5 a 2,5cm, com freqüência de 100 compressões por minutos e ventilações numa relação de 30:2.

 

Crianças de 1 a 8 anos

 

1 – O socorrista utiliza a região hipotênar de uma das mãos sobre a metade inferior do esterno (entre o nível dos mamilos e apêndice xifóide). Comprimindo cerca de 1/3 e profundidade (2,5 a 4 cm) do esterno. Manter uma freqüência de respiração de 30:2.

A reavaliação deve acontecer a cada 20 ciclos de compressão/ventilação.

 

 

RESUMO

 

LACTENTES < 1 ANO

1 A 8 ANOS

VENTILAÇÃO

2 VENT. INICIAIS MANTENDO AS SUBSEQÜENTES NA FREQÜÊNCIA DE 20 POR MINUTO

IGUAL

PULSO – VERIFICAÇÃO

CAROTÍDEO

BRAQUIAL OU FEMORAL

MASSAGEM CARDÍACA

METADE INFERIOR DO ESTERNO 2 DEDOS

METADE INFERIOR DO ESTERNO 1 MÃO (REGIÃO HIPOTÊNAR)

FREQÜÊNCIA DE COMPRESSÃO

100 POR MINUTO

100 POR MINUTO

RELAÇÃO COMPRESSÃO – VENTILAÇÃO

30:2

30:2

 Obs: Esta tabela não se aplica a recém nascido – use a guidelines 2000 (5:1)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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